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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Campanha: Livros de Leo Calderone traduzidos!


Com o lançamento dos livros "La Isla de Eudmamón" e "El Hombre de Las Mil Caras" de Leandro Calderone muita gente fica na expectativa de que ele seja traduzido pela Editora Planeta para o português.
Não é tão fácil trazer o livro para o Brasil. Há várias possibilidades de que isso aconteça.
A Editora não é obrigada a traduzir as obras da mesma editora em outros países. Se o livro for um Best-Seller na Argentina, Uruguai e Chile, por exemplo, a editora pode analisar se a obra é compatível com o país, por exemplo se nestes países citados o Best-Seller for sobre algo vinculado a mídia, e este "algo" não estiver sendo passado no Brasil, ele não pode ser traduzido, se usado este critério.[No caso da saga "Casi Angeles", o livro tem mais aceitação por causa da exibição da novela Quase Anjos que está vinculada a obra]Um outro critério para que o livro seja traduzido é quando o autor ou seu representante editorial quer que sua(s) obra(s) seja(m) traduzida(s) em outro país, e para isso ele coloca 'sua obra' em um leilão ou "fila de espera", as editoras analisam a obra e caso alguma se interesse, negocia com o autor a compra dos direitos autoriais, e os elementos da obra (Imagem da capa, fonte de texto, imagens do livro, etc) para adaptação com a a outra editora (onde o livro foi primeiramente publicado). No caso da Editora Planeta a negociação de obras com outros países da mesma Editora fica mais fácil, pois não é necessário "disputar" com outras editoras, logo o processo é mais rápido.

Colocando o caso do Leo Calderone em questão, para que o livro seja traduzido em português, é necessário contatar a editora local(Argentina) ou do Brasil para que seja sugerida a tal tradução, para que esta contate o responsável na editora pela obra e o seu consecutivo autor (Leo Calderone), e também a editora do Brasil. Caso o autor decida que sim, a editora do Brasil irá decidir após uma grande análise se o livro deve ou não ser traduzido. Ai rola toda a negociação e depois a tradução.

Para que isso ocorra é necessário que quem quiser a tradução, contate a editora local ou do Brasil (ou os dois) SUGERINDO a tradução.
Tem que ser um número de pessoas considerável, para mostrar o interesse e a repercussão da obra (original) no Brasil.

Se tivéssemos algum contato direto com Leo Calderone esse processo ficaria mais rápido.

Não vejo por que um autor não aceitaria uma proposta já que ele é quem estaria ganhando.

PARA CONTATO POR EMAIL OU TELFONE COM A EDITORA PLANETA:


 Fonte: Biel-TeenAngels / Teen Angels Amores

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Livro La Isla de Eudamón Capítulo 2 "Dois Compromissos" Parte I

                                                           "Dois Compromissos"
                                                   Parte I
 
A primeira coisa que Marianella pensou (ela apenas intuiu de como seria seu destino nesse lugar) foi vou escapar.  Ao chegar na Fundação BB, Marianella olhou surpreendida para a casa em moraria. O imponente portão de ferro enfeitado abriu para deixa-los passar, e ali mesmo Justina comunicou a primeira regra. O porrrrrtão fecha as seis da tarrrrrde, e ninguém sai nem entra depois dessa hora.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Livro La Isla de Eudamón Capítulo 1 "A Mansão Inchausti" Parte XII (Parte Final)

                                                            "A Mansão Inchausti"
                                             Parte XII (Final)

*Desculpe por não ter postado ontem. Essa parte é a última do capítulo e fala da Cielo.


A comoção não ocorreu quando abandonaram ela no bosque. Quando ela chegou no bosque, nessa noite de tempestade, já estava com amnesia. O que a deixou prisioneira num lugar sem tempo em sua cabeça foi a morte de sua mãe. Ángeles Inchausti estava tremendo num escuro corredor da mansão de sua avó. Em um quarto, atrás de uma porta encostada, sua mãe gritava e chorava. Um homem estranho de cachos e uma mulher sinistra toda vestida de preto, com um turbante e uns olhos enormes, pretos, estavam com sua mãe...

terça-feira, 26 de julho de 2011

Livro La Isla de Eudamón Capítulo 1 "A Mansão Inchausti" Partes X e XI

                                                           A Mansão Inchausti
                                           Partes X e XI
Parte X


-Eudamón tem haga? –perguntou por perguntar uma jovem linda e superficial que tinha se sentado na primeira fila da sala magna da faculdade. A garota se destacava do resto, não só por sua beleza, mas também por sua roupa, mais apropriado para um coquetel que para uma aula de arqueologia. –Não, Eudamón se escreve sem haga, tchê. Se escreve exatamente como está no quadro –respondeu o doutor Bauer, o brilhante arqueólogo que estava dando sua aula. –Ah, que lezada! –disse entre risos a aluna, tratando de captar a atenção do professor, mas ele nem sequer a olhou, e continuou apaixonado com o tema. A jovem era Malvina Bedoya Aguero, irmã caçula de Bartolomé e tia do Thiago...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Hoje Não Terá O Livro de Casi Angeles La Isla de Eudamón

Mil desculpas pessoal, mas hoje não vai dar pra eu postar o livro de Casi Angeles, porque hoje na mesma hora em que eu posto eu vou estar assistindo Harry Potter e as Reliquias da Morte Parte 2 no cinema em 3D, e como eu não consegui terminar de traduzir a parte de hoje, terça feira eu vou postar a parte que fala da Malvina (a que seria hoje) e a parte que fala do Nico Bauer (a parte de terça). O primeiro capitulo ja está acabando, só vai faltar a parte que fala da Cielo que vai ser postada na próxima quinta.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Livro La Isla de Eudamón Capítulo 1 "A Mansão Inchausti" Parte IX

                                                                "A Mansão Inchausti"
                                                     Parte IX 


-Você vive distraído! Sempre na lua, tonto! – Espetava Bartolomé a Thiago, seu único filho, cada vez que as poucas vezes que ia busca-lo no colégio, a viagem de volta era um extenso monólogo de provocações e recriminações do pai para o filho. Com apenas nove anos, Thiago tinha aprendido a se desconectar cada vez que isso acontecia. Desviava apenas seu olhar, e olhava através da janela. Ele ia para seu mundo, no mundo em que tinha uma vida feliz. Como bem dizia seu pai. Thiago era um garoto na lua...

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Livro La Isla de Eudamón Capítulo 1 "A Mansão Inchausti" Parte VIII

"A Mansão Inchausti"
Parte VIII  


No dia em que fez catorze anos, Marianella soube que não cresceria muito mais do que a altura que tinha alcançado. Viu, com ansiedade, como todos seus companheiros e companheiras de orfanato tinham alcançado a tão esperada altura. Mas ela não. E já sabia –ela tinha certeza- que nunca a alcançaria. No lugar de ficar complexada e se conformar, fez algo que salvaria a sua vida: começou a rir de si mesma, mas Marianella não sorria. Ria de sua baixa altura, de sua lerdeza, de seu escasso vocabulário. Ria muito e esse riso a salvava. Mesmo não tendo motivos para rir, nunca tinha tido.Sabia que tinha sido abandonada numa paróquia na que viveu seus primeiros anos de vida. Lembrava vagamente do padre, inclusive com algo parecido a carinho, porque ele a tinha tratado com respeito...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Livro La Isla de Eudamón Capítulo 1 "A Mansão Inchausti" Parte VII


                                  "A Mansão Inchausti"
                                            Parte 7

-A vida é uma roda, roda como ela –lhe dizia sempre sua mãe. Ou talvez disse isso só uma vez, mas Jazmín gravou essa frase na cabeça. Ela não entendia o que sua mãe queria dizer. Ainda não podia pensar em metáforas, por isso imaginava a vida de verdade como uma grande roda de carro. Essa frase que sua mãe repetia era uma a mais das tantas coisas que não entrava na sua cabeça, mais aceitava. Não entendia os infinitos rituais e tradições que sua família preservava. Para cada pergunta dela sempre tinha uma única resposta:  -Por que temos que usar panos no cabelo? –Porque somos ciganos. –Por que batemos palmas? –Porque somos ciganos. –Por que o vovô parece chorar quando canta? –Porque é cigano. –Por que não posso brincar com essas garotas? Por que riem de mim no colégio? Por que eu tenho que dançar assim? –Porque somos ciganos. –Por que o papai e o titio brigam tanto?  Por que eles têm facas? Por que gritam e cravam as facas na mesa de madeira? –Porque somos ciganos...

terça-feira, 28 de junho de 2011

Livro La Isla de Eudamón Capítulo 1 A Mansão Inchausti Parte VI

                                          A Mansão Inchausti
                                                    Parte VI
*Desculpe por não ter postado mais cedo. Hoje essa parte mostra a vida de Tacho (ou Tato em português) antes de chegar a Mansão Inchausti. Emocionante! 

Muitas vezes as pessoas se convertem de grandes no oposto ao que foram na sua infância. Esse foi o caso de Juan Morales, que seria algum dia um jovem valente, decidido e forte, o contrário do garoto frágil, medroso e fraco que era aos sete anos. Tinha nascido em um monte, perto de um povoado perdido no norte. Sua família era pobre, mais além da expressão <<humilde>>, muito mais que isso. Pertencia a uma família muito grande. Eram, até o momento, oito irmãos. E em uma família tão grande, os frágeis da manada devem desistir dos sonhos ou ficam pra trás...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Livro La Isla de Eudamón: Capítulo 1 "A Mansão Inchausti" Parte V

                                    A Mansão Inchausti
                                             Parte V

*Desculpe por não ter postado mais cedo. Hoje mostra a história de Lleca (ou Zeca em português) antes de chegar a mansão. Terça é a história do Tacho (ou Tato) e quinta da Jazmín.


Lleca era, sobretudo, um garoto simples, de seis anos e resolvia todo com simplicidade. Tinha vivido boa parte de sua vida na rua, e ali aprendeu a falar tudo ao <<vesre>>, todos os chamavam de Lleca, rua (calle em espanhol) ao revés. Sabia pouco de si mesmo. Que tinha sido encontrado por um grupinho de <<bepis>> (pibes ou pivetes em português)  com os que andava quando tinha apenas dois anos –um pouco mais ou um pouco menos- e que desde então tinha vivido na rua...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Livro La Isla de Eudamón: Capítulo 1 "A Mansão Inchausti" Parte IV

                                                     A Mansão Inchasuti
                                          Parte IV


*Desculpe por não ter postado mais cedo. Hoje a parte desse capítulo mostra a vida de Rama antes de chegar a Fundação BB. Imperdível!


Em tempo recorde criou a Fundação Bartolomé Bedoya Aguero, mais conhecida como a Fundação BB, dedicada a cuidar de crianças desamparadas. Quando a fundação foi aprovada, e chegaram as primeiras crianças, Bartolomé recebeu então uma pequena parte da herança. Dava para um ano de uma vida ostentosa. Mas claro, agora tinha que dar de comer, vestir, educar e cuidar desses moleques sujos. E isso custava dinheiro. Então foi Justina quem deu a solução: as crianças que gerassem. E na área dos empregados se conservava uma velha oficina de brinquedos. O velho Urbino Inchausti, avô de Ángeles, era um aficionado em brinquedos, e ele tinha ventilado o espaço onde ele alimentava o seu vício. Era uma oficina artesanal de luxo. Justina sugeriu que poderia colocar os meninos ali fazendo falsificações de brinquedos de coleção, que depois colocariam no mercado negro...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Livro La Isla de Eudamón: Capítulo 1 "A Mansão Inchausti" Parte III

                                                          A Mansão Inchausti
                                                                          Parte III
*Essa parte está um pouco maior do que as outras e desculpe por não ter postado mais cedo



Muito pesaria na consciência de Justina tudo o que aconteceu naquela noite em que a morte sobrevoou a mansão Inchausti, oculta sob várias máscaras. Aquela noite infeliz houve uma morte desejada, uma morte evitável, uma falsa morte e uma provável morte. Justina tinha alguns escrúpulos e ofereceu certa resistência, mas tudo foi decisão de Bartolomé, que era seu senhor, seu amor, sua debilidade. –Dez anos! –exclamou ele entre sussurros, em um corredor do segundo andar, junto ao quarto de hóspedes no que haviam colocado Alba- Dez anos estive cuidando dessa velha maldita, para que agora venha uma empregada oportunista, com uma filha bastarda e outro por nascer para ficar coma  minha fortuna! Com nossa fortuna, Justin! -Mas senhor... –Justina tentou contradize-lo-. É uma vida. Duas vidas. Três vidas, meu amor, digo meu senhor! –E desde quando você se importa tanto com a vida, ave de rapina? – rebateu Bartolomé. –Chamemos a um médico, senhor- suplicou Justina -. Ela pode morrer a qualquer momento! Bartolomé entendeu que teria que apelar para a sedução para transforma-la em sua cúmplice...

terça-feira, 14 de junho de 2011

Livro Casi Angeles La Isla de Eudamón: Capítulo 1 "A Mansão Inchausti" Parte II

Capítulo 1
                                    "A Mansão Inchausti"
                                                                       Parte 2


Cinco anos depois da expulsão de Carlos María, Bartolomé já era o senhorio da casa. Justina fantasiava em segredo com ele e o que fariam juntos com esses milhões, mas uma notícia inoportuna deu adeus as suas fantasias bem rápido. –Vou me casar, tchê-  disse com Bartolomé com simplicidade, como se tivesse feito um comentário sobre o clima. –Perrrrdão?- exclamou Justina, quem marcava muito os erres, abrindo seus enormes olhos pretos. –Sim, vou me casar- repetiu Bartolomé sem dar mais detalhes. E o concretou com uma rapidez que fez Justina suspeitar das verdadeiras razões de sua tão rápida decisão...

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Livro Casi Angeles La Isla de Eudamón: Capítulo 1

                                                            A Mansão Inchausti 
                                                                          Parte I
*Desculpe por não ter postado mais cedo

Quando Bartolomé Bedoya Aguero soube que sua tia Amalinha tinha expulsado escandalosamente ao seu primo Carlos María da mansão Inchausti, sentiu que essa era a solução para todos os seus males. Todos seus males, na verdade, era um só: a ruina na que havia caído depois de gastar todo o dinheiro de sua família. Seu pai levou uma vida toda para duplicar a riqueza dos Bedoya Aguero. Bartolomé, em troca, levou apenas uns poucos anos para acabar com ela. Apesar de sua juventude, já era um aristocrata indo à falência, por isso a notícia da ruptura de sua tia com seu primo era uma boa chance de recuperar a fortuna perdida...

terça-feira, 7 de junho de 2011

Livro Casi Angeles La Isla de Eudamón: Prefácio

Prefácio

Não há tempo!- se escutou com nitidez. Foi um grito ofuscado, impaciente e também gracioso, surgido no meio de um grupo de pedreiros que davam os toques finais na grande mansão que estavam construindo. Era 11 de fevereiro de 1854.
Estavam esgotados e com muito calor, queriam terminar de uma vez, mas um homenzinho pequeno, que caminhava com passos largos, com um guarda-chuva branco ridículo, dificultava os pedreiros, enquanto mostrava a hora em um relógio de bolso.